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24 de mai. de 2011

Equipe CS

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Biblioteca CS: Sociologia

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Manifesto Comunista


Por Gustavo Jardim

O Manifesto Comunista, feito por Karl Marx  e Frederich Engels, foi publicado pela primeira vez em 1848, com uma linguagem de fácil entendimento e uma estrutura simples (introdução breve, seguida de três capítulos e uma conclusão curta), nele continham os principais idéias do comunismo. Foi escrito a partir de uma reunião entre comunistas de diversas nações, e publicado em diversas línguas.
Sua criação foi em meio a uma época onde o capitalismo e a burguesia tinham a prevalência do poder, e adesigualdade social entre os burgueses e o proletariado era grande e evidente. “(…) pois os que no regime burguês trabalham não lucram e os que lucram não trabalham”.Este trecho presente no segundo capítulo do manifesto demonstra de forma bem clara esse diferença da época entre o trabalhador, e o chefe. Diferença esta que está no centro no alvo comunista para ser combatida.
Seu primeiro capítulo (“Burgueses e Proletários” 1) aborda em geral a relação entre a burguesia e o proletariado. Mostra a evolução dessas duas classes sociais até a época de publicação da obra (apesar de que muitos conceitos apresentados, ainda são válidos para a atualidade). Sobre a burguesia, explica inicialmente no que seus atos afetam (ou afetaram) o mundo, o que seus ideais capitalistas provocam.
O texto critica a produção capitalista e as conseqüências de organização social que esse tipo de produção causou. Apesar dos contras, o capitalismo é ressaltado como um pensamento revolucionário, pois acabou com a prevalência do poder monárquico e do poder religioso.
A camada da população composta por desempregados, mendigos, bandidos, é claramente menosprezada, e que a “revolução” é apenas aos trabalhadores.
Sobre o comunismo, logo de início (ainda na introdução) já o compara a um fantasma. Esta comparação é feita pois este seria uma “assombração” para os burgueses e poderosos da época.
O segundo capítulo, de nome “Proletário e Comunista”, onde são abordadas as relações entre o partido e os proletários.
O partido é relacionado no texto à outros partidos e movimentos, mostrando alguns objetivos comuns a eles, como o desejo pela queda da superioridade do poder da burguesia, e conseqüentemente a passagem do poder político ao proletariado.
Sobre as propriedades, ressaltasse que o comunismo não é contra a propriedade geral, mas sim da propriedade burguesa (ou seja, a abolição da propriedade privada). O capital e o trabalho assalariado também são abordados, e nessa parte fica claro que os comunistas sofriam com a oposição que não aceitava seus ideais.
É ainda nesse capítulo onde são listadas medidas para a aplicação do comunismo na sociedade. Tal lista é como se fosse um algoritmo2 para tornar a sociedade segundo os moldes comunistas.
A terceira parte, “Literatura Socialista e Comunista”, critica três tipos de socialismo:
·        Socialismo reacionário:
®      Socialismo feudal
®      Socialismo pequeno-burguês
®      Socialismo alemão
Possuía um ponto de vista burguês, e procurava continuar com os métodos de produção e troca.
·        Socialismo conservador ou burguês
Possuía um caráter de reforma, não de revolução.
·        Socialismo e comunismo crítico-utópico
Procuravam modificar a sociedade através da boa vontade e dos exemplos burgueses, sem luta política.
Já o socialismo passado por Marx e Engels é conhecido como Socialismo Científico (o oposto de utópico).
O quarto capítulo faz um apanhado geral das principais idéias do manifesto, motivando e dando um grande destaque ao apelo pela união do proletariado pela causa, como por exemplo, com a conhecida frase:
“Proletários de todos os países, uni-vos!”
1 “Por burguesia compreende-se a classe dos capitalistas modernos, proprietários dos meios de produção social, que empregam o trabalho assalariado. Por proletariado compreende-se a classe dos trabalhadores assalariados modernos que, privados de meios de produção próprios, se vêem obrigados a vender sua força de trabalho para poder existir.” (Nota de F. Engels à edição inglesa de 1888).
2 Um método, ou um conjunto de passos para resolver um problema.


Fonte: InfoEscola - Sociologia


Livro - Sociologia II - O Manifesto Comunista - Karl Marx e F. Engels

Biblioteca CS: Antropologia

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Marcel Mauss (Sociólogo e antropólogo francês ) 1872 – 1950




Sociólogo e antropólogo francês nascido em Épinal, França, cuja obra foi marcante na sociologia e na antropologia social contemporânea e considerado como o pai da antropologia francesa. Sobrinho de Émile Durkheim e nascido quatorze anos mais tarde e na mesma cidade, estudou com o tio e foi seu assistente, e tornou-se professor de religião primitiva (1902) na École Pratique des Hautes Études, em Paris.
Fundou o Instituto de Etnologia da Universidade de Paris (1925) e também lecionou no Collège de France (1931-1939). Sucedeu o tio como editor da revista L'Année Sociologique (1898-1913), onde publicou um de seus primeiros trabalhos, com Henri Hubert, Essai sur la nature et la fonction du sacrifice (1899) e também Essai sur le don: forme et raison de l'échange dans les sociétés archaïques (1925), sua obra mais conhecida.
Escreveu também numerosos artigos para periódicos especializados, especialmente os produzidos e publicados em colaboração com Henri Hubert (1899-1905) que reuniu em Mélanges d'histoire des religions (1909). Os trabalhos mais importantes do autor, que morreu em Paris, aparecem no livro Sociologie et antropologie (1960).
Entre outros trabalhos de sua autoria ganharam notoriedade La sociologie: objet et méthode (1901), Esquisse d'une théorie générale de la magie (1902), Essai sur le don (1924), Sociologie et anthropologie (1950).


Algumas de Suas Obras:
Livro - Antropologia II - Sociologia e Antropologia - Marcel Mauss
]

Livro - Antropologia II - As Técnicas Corporais - Marcel Mauss

4 de jan. de 2011

Biblioteca CS

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Movimentos Culturais de Juventude
Mais uma novidade do Blog Ciências Sociais 2.10, A “Biblioteca CS”. E para começar quero indicar o livro “Movimentos Culturais de Juventude” de Antonio Carlos Brandão e Milton Fernandes Duarte.
O livro descreve a importância da música nos movimentos que fizeram revolução na história da humanidade, relacionando a importância de manifestos culturais promovidos pela juventude.
Fica ai minha dica, se alguém tiver mais alguma dica para o blog mande no e-mail do Blog (cienciassociais22010@gmail.com).

Sugerido por: Rafael Alves de Oliveira – Ciências Sociais – Unimontes - Equipe Ciências Sociais 2.10